QUEM É JORGE KIBANAZAMBI noticias do mundo afro não fique de fora O MELHOR ENDEREÇO PARA SUAS CONSULTAS ESPIRITUAS POLEMICA DE AXÉ COZINHA DE SANTO INTOLERANCIA RELIGIOSA FPRMA‏ isto é uma vergonha AXÉ EM EVIDÊNCIA  A IMPORTÂNCIA DOS MITOS NO CANDOMBLÉ MEMORIA DO POVO DE AXÉ oculto na nigeria origem da umbanda CULTURA CIGANA Exu é o orixá do movimento ORIXA OGUN Oxóssi aprende com Ogun a arte da caça. Osanyin ÌMÓLÈ Iyami Agbá O CULTO DOS EGUNGUS ORIXA OXUN ORIXA OYA ORIXA FUNFUN Envie-me um e-mail
 

Jorge Kibanazambi estudioso, e pesquisador da cultura afro-brasileira, iniciou-se na religião em 1976 pelas mãos de Mãe Santa de Òrìsàálá mais conhecida como Santinha, que era irmã de santo de Mãe Luci do Ogunjà. Todas residindo no Rio de Janeiro no município de Nilópolis no bairro do Cabral. Jorge de Ayra filho de um africano chamado Ludiazambi e de uma bela negra hoje muito conhecida nos meios do Candomblé como Oyakemikesi que hoje está com mais de 50 anos de Òrìsà. Origem do seu nome, uma herança paterna, pois seu pai era natural de Luanda / Angola. Por este motivo ficou tão conhecido como Kibanazambi, mas nunca teve iniciação em casa de Angola. Todo seu princípio religioso esta voltado para a nação de Kétu porque sua família de santo veio do Matatu e atualmente Kibanazambi faz parte do Ile Ase Omin Lessy que fica situado na Rua Saionara, quadra 07, lote 127, Jardim Taubaté, Alto do Itinga, Salvador / Bahia. Kibanazambi tomou obrigação com mãe Cremilda de Jesus dos Santos conhecida por seu orunkò Omi Lesi pelo povo do santo, que era filha de mãe Domingas do Orisa Obaluwaye (orunkò Obilojigun), filha de Maria Violão do Ile Axé Oloroke ou Terreiro do Oloroke da nação Ekiti-Efon que é uma casa de Candomblé dedicada ao culto dos OrixáS das árvores, como Orixá Oke, Orixá Oko, Orixá Iroko, Apaoka e outros, situada à Rua Antonio Costa (antiga travessa de Oloke) nº 12, no Engenho Velho de Brotas, Salvador, Bahia. Esta casa foi fundada por volta de 1860 por Maria Bernarda da Paixão (Adebolu), também conhecida por Maria Violão e Maria de Oloroke e seu marido, José Firmino dos Santos mais conhecido como Tio Firmo (Oxum Tadê) ou Baba Erufá, ambos eram ex-escravos. Jorge Kibanazambi é um Bàbálóòrìsà que se dedica totalmente a sua religião procurando ampliar cada vez mais seus conhecimentos. 1976 – Jorge Kibanazambi é iniciado na religião por Mãe Santa de Òrìsàálá. 1981 – Canta seu primeiro sire na casa de Mãe Santa de Òrìsàálá Ile Ase Omo Baba Osalufá. 1989 – Inicio do curso de yoruba com o professor Araun Togun Nibe 1990 – Jorge Kibanazambi faz sua primeira palestra sobre cultura afro. 1992 – Conclusão do curso yoruba. 1993 – Viajem à África, onde conhece os Mercados de Jankará e Tinubus, o Porto de Badagry, a Pedra de Olumo, nas cidades de Abeokutá e Ibadan conhece os Templos de Òsóòsi e Yemonja. Na cidade de Ile Ifé é convidado para conhecer o Palácio de Oni Rei de Ile Ifé pelo próprio, conhece o Templo de Yeyemolu e Olojo. Em Osogbo conhece o Palácio de Ataoja e o Templo de Oyá, em Oyo conhece o Palácio e Museu de Alaafin e visitou o Templo de Sòngó e Oyá. Em visita a Ikiti e Ondo conheceu o Palácio de Ewa e o Templo de Ògún, em Ikogosi o Palácio de Osemowe, retorna em agosto para o Rio de Janeiro. No mês de novembro do mesmo ano faleceu sua Zeladora de Òrìsà e Kibanazambi canta pela primeira vez o Asésé.

1994 – Sucessão no Ile Omo Baba Osalufá e retirada de Kibanazambi do Ase. Curso de Odù Ifà com o professor Abi Afà, com quem aprendeu os segredos do Odù Ifà e o Culto de Orumilá – em Cuba na cidade de Havana. 1995 – Participa do encontro Brasil / Cuba onde conhece e conversa perfeitamente em yoruba com Alafin de Oyo descendente direto do Òrìsà Sòngó. Recebe no Rio de Janeiro o 1 Troféu religioso (produtor do evento já falecido Luiz de Jagun). 1997 – Kibanazambi toma obrigação de 21 anos de iniciação religiosa. 1998 – Inaugura o Ile Omo Oni Sòngó Ati Yemonja na cidade de Gravataí / RS. 1999 – Em Porto Alegre recebe o Troféu Gran Master e Menção Honrosa do Afroconesul. 2000 – Recebe Diploma Afro – Gaúcho em Porto Alegre. Diploma da Liberdade e Condecoração pelos 500 anos de descobrimento do Brasil – Fundação MOAB Caldas. Troféu Jovem Revelação pela ONG 23 no estado de São Paulo. Diploma e Troféu Destaque por divulgação religiosa na América do Sul – Buenos Aires. Troféu Destaque do Jornal Hora Grande. Kibanazambi viaja a Província de Chaco e inicia sua primeira yawo na Argentina. 2001 – Recebe os Troféus Tridente de Lei do Jornal Muito Axe de Caxias do Sul / RS, Exu Rei do Afroconesul, Destaque Hora Grande, Diploma da C.A.I.B.O.F.E.C de Honra ao Mérito –Porto Alegre/RS. Kibanazambi tira seu primeiro barco de yawo em Gravataí / RS. 2002 – Lança seu primeiro livro (na Câmara de Vereadores de Gravataí / RS) Baba Oju Oná Dicionário de Yoruba. Recebeu Troféus Destaque do Jornal Hora Grande, Exu Rei do Afroconesul,  Troféu Compromisso pela União da Associação de Umbanda de Caxias do Sul / RS. No dia 30 de dezembro falece mãe Cremilda de Osun. 2003 – Recebe Troféu  Encontro das Almas Iluminadas na cidade de Canoas/RS. Realiza seu primeiro evento “Òrìsàs o segredo da vida”, formando o grupo de danças africanas Obatalá, na cidade de Canoas / RS. Recebe Diploma de Honra ao Mérito da Assessoria de Políticas Públicas para o Negro da Prefeitura de Gravataí/RS. 2004 – Passa a integrar a diretoria do Afroconesul como diretor social. Em 27 de março recebe Diploma do S.O.I por serviços prestados a cultura afro brasileira ,Mafra ,SC Em maio mudou-se para cidade de Colombo, região metropolitana de Curitiba, na Rua Francisco Kania 582, aonde no mês de junho inaugurou outra casa com o nome de Associação Beneficente Afro Brasileira São Jerônimo e São Jorge, inscrita no CNPJ número 03.828.064/0001-73, alvará de funcionamento número 4042/2008 CMC12023756 fornecido pela Prefeitura Municipal de Colombo. Esta casa de Santo também é chamada Ile Asè Opo Olofin Save Ayra Intile ati Oni Meregi (Casa de Força Sustentada pelo legislador de Save Ayra Intile e o senhor Meregi) ou carinhosamente como é chamada pelos amigos mais íntimos de Asè Ayra Kiniba. No mês de junho Kibanazambi recebe o título de Comendador Afroconesul em Curitiba/PR.

Em dezembro de 2004 o ilê do Rio Grande do Sul encerra suas atividades, permanecendo os muitos filhos ali iniciados por pai Jorge ligados ao asè em Colombo, dando seguimento as suas obrigações de santo. 2006- Assume o Ile Asé Omin Lessy a nova Yalorisa da casa Jacy de Jesus dos Santos (orunko Oba Sidenan) e Babakekere Roque de Xango (orunko Obafangi), filha carnal de mãe Cremilda de Osun. O asè continua crescendo cada vez mais. E, mãe Jacy levando com todo o conhecimento deixado pela nossa venerável Yalorisa.Kibanazambi permanece ligado ao Axé. Este homem de personalidade forte, e de caráter firme estabelece o asè de Sango e Ogun na cidade de Colombo/PR e conquista vários amigos. Com o objetivo de preservar a cultura afro-brasileira investe em projetos para melhor divulgação da mesma e abre espaço a todos que queiram assim como ele manter essa herança que nossos antepassados nos deixaram. 2007- Lança o programa de radio Kibanazambi Axé & Cia tendo como colaboradores Rogério Rolin,Fernando Cabral,Fabiana Silva,Samuel Cardoso,Deise Machado e mais tarde Marcelo Titão. Recebe Concessão de Título de Honra ao Mérito do AFROCONESUL. Recebe Certificado e é integrado como Membro do Conselho de ética do Candomblé pelo CEBRAS, Curitiba/PR. 2008-Lançamento do Jornal Kibanazambi Axé & Cia. 2009- Recebe Habilitação Profissional e Certificado concedido pela FENACAB (Federação Nacional do Culto Afro Brasileiro) Salvador/BA. Realiza o 1º Seminário na sede do Axé sobre Cultura Afro Brasileira, Colombo/PR. Idealiza e entrega as personalidades da sociedade o 1º Troféu São Jorge Guerreiro. Participa da Oficina Regional da Ação de Distribuição de Alimentos a Grupos Populacionais Específicos, Curitiba/PR. Participa e recebe Certificado da 1ª Conferencia Municipal de Promoção de Igualdade Racial - Colombo/PR. Representa o Município de Colombo como Delegado na Conferencia Estadual, PR. Representa o Estado do Paraná como delegado na II Conferencia Nacional de Promoção da Igualdade Racial em Brasília. Participa pela segunda vez da II caminhada contra o preconceito no Rio de Janeiro. Integra a comissão organizadora do 1º Fórum Paranaense das Religiões de Matriz Africana. Participa do segundo encontro das comunidades Tradicionais e Rede Puxirão dos povos. Articulador do movimento negro de Curitiba e região metropolitana. Participação na organização de eventos realizados na semana da consciência negra em Curitiba (palestrante e outros).

Jorge kibanazambi esta sempre lutando contra o preconceito e a discriminação desta forma muitos adeptos do candomblé e da umbanda lhe têm uma grande admiração.

Homofobia e discriminação a praticantes de religiões afro-brasileiras desmentem mito do país tolerante e avesso à discriminação 3/11/2008 10:18:43 João Natal Bertotti O pai Jorge Kibanazambi, líder espiritual da Roça de Candomblé no Jardim Ana Terra, em Colombo, na região metropolitana de Curitiba, passou a fazer uma passeata por ano para mostrar que o seu culto religioso não é demoníaco, magia negra ou outra lenda do gênero. A última aconteceu dia 19 de outubro passado, durante a festa de Oxalá. Os cultos de matriz africana e o grupo LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) são hoje as principais vítimas de preconceito no país, de acordo com Perly Cipriano, subsecretário de Promoção dos Direitos Humanos da presidência da República. O Paraná tem cerca de 2 mil terreiros de candomblé e umbanda, dos quais pelo menos 600 estão instalados em Curitiba e na região metropolitana. Alguns estão abertos oficialmente desde a década de 50, mas ainda hoje são alvo de preconceito da sociedade. Isso acontece no Brasil, um país cosmopolita, mestiço, mas cercado de racismo, homofobia, intolerância religiosa e outras discriminações. O preconceito levou à morte 122 homossexuais no Brasil ano passado, conforme registros do Grupo Gay da Bahia. É também na Bahia que são registrados muitos casos de invasões e incêndios de terreiros de cultos afro-brasileiros, assim como no Rio de Janeiro, onde houve uma manifestação recente contra estes ataques vindos dos neo-evangélicos – fiéis de igrejas evangélicas mais radicais. Em Curitiba, o último terreiro a ser incendiado foi a Casa Vó Cambinda, no bairro Abranches, há cerca de dois anos. “Eu não tenho provas. Um dia recebi ameaças de fiéis de outras religiões e noutro perdi tudo com o incêndio”, conta a mãe-de-santo Diva de Oxóssi. A casa foi reaberta após três meses graças à ajuda dos seguidores. Segundo Dorival Simões, presidente do Cebras – Conselho Mediúnico do Brasil e Federação Paranaense de Umbanda e Culto Afro-Brasileiro –, o apedrejamento é algo comum nos terreiros. Alguns casos vão parar na delegacia, outros viram ações de indenização por danos morais e materiais. “Há duas ações no estado por causa da intolerância religiosa, nas cidades de Terra Roxa e Umuarama”, informa Simões.

Explicação Explicação

Segundo especialistas ouvidos pela reportagem da Gazeta do Povo, a discriminação é uma forma de tentar se proteger contra a diferença, embora a diversidade seja um direito consagrado na Constituição. A Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) criou o projeto “Discriminação”, com o intuito de estudar os aspectos psíquicos que despertam o preconceito. Um dos objetivos do programa é a prevenção e preservação da saúde mental de quem vive este drama. Segundo o psiquiatra gaúcho Telmo Kiguel, coordenador do departamento de psicoterapia da ABP, todos têm dentro de si a discriminação. “Eu, você e todos. É impossível não ter isto, como é impossível não sentir inveja, nem ciúme.” Kiguel lembra que a criança quando nasce pode não reconhecer o pai, ou, às vezes, pode começar a chorar diante do avó ou de uma visita, por causa da ignorância ou por não reconhecer o outro. “Se ela é educada para aceitar o maior número de pessoas, terá de conviver com o branco e o negro da mesma forma. Mas se a família transmite algum preconceito, essa atitude pode marcá-la. Ela precisa aprender a conviver com o novo e as diferenças.” A educadora Tânia Maria Baibich-Faria, professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR), pós-doutora pela Universidade de Michigan e estudiosa da questão do preconceito, diz que todo aquele que foge do padrão social – branco, não-pobre e cristão – será discriminado. “Isso se torna natural de tal forma que as pessoas nestas condições sequer se dão conta de que são privilegiadas. A democracia racial é uma das vendas para que não se olhe o que está acontecendo na sociedade”, afirma a especialista, sobre um dos mitos nacionais, o da cordialidade racial. De acordo com Tânia Maria, a pedagogia do antipreconceito é papel da escola, pois “o preconceito é como o vírus da gripe – uma luta que não termina, vai se desfigurando e se disfarçando.” Segundo Perly Cipriano, a sociedade precisa pensar mais na criminalização da homofobia. “Os pais aceitam um filho especial, com síndrome de Down, cego, ou fruto da miscigenação racial. Mas a homofobia é alimentada dentro da própria família, no trabalho, na escola e em outros locais. Por quê?”, questiona. Acessado em 03/11/2008 no sítio do Portal RPC. Todas as modificações posteriores são de responsabilidade do autor original da matéria.

Pai Jorge kibanazambi com zulu Araújo presidente da fundação palmares na II conferência de igualdade racial em brasília lutando pelos direitos dos adeptos de religião de matriz africa e umbanda no estado do paraná.

Pai Jorge kibanazambi com as autoridades nigerianas falando sobre oportunidade de um intercâmbio Brasil nigeria.

Pai Jorge kibanazambi com abidemi adebayo majaro presidente da afro globo fórum cultural filosofia humana. Pesquisas sobre a histeria da africa e dos negros no Brasil.

pai"No início era o verbo". No alvorecer dos tempos havia apenas um continente, um povo, uma única raça. Esta é a história de minha tradição religiosa. Foi com a força da palavra que Olorum (Deus) criou a luz, a natureza, o mundo e tudo que habita nele. O verbo - traduzido em oralidade - é o que sustenta e o que mantém as várias tradições religiosas oriundas da África. jorge kibanazambi e obabalawo ivanir dos santos.

Pai Jorge kibanazambi mãe márcia de Oxum pai bira de obaluaê e márcio marins.O berço da humanidade irradiou-se, assim como os ensinamentos do Criador, perpetuaram-se. A prática do perdão, a solidariedade, o respeito ao próximo, a preservação da família, a louvação da vida e a profunda ligação com Ele, através da natureza, permanecem até os nossos dias.

Pai Jorge kibanazambi e Makota Celinha juntos lutando contra a discriminação religiosa e o preconseito.Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerra. Bob Marley

pai jorge kibanazambi e mestre Jânio Martins dos Santos, o Mestre Curió nasceu em 1937, em Candeias, interior da Bahia e desde os seis anos de idade pratica a Capoeira de Angola. Em Salvador deu aulas na Escola de Capoeira Angola Irmãos Gêmeos do Mestre Curió, no Pelourinho, e no Instituto Araketu. Já foi também dirigente da Associação Brasileira de Capoeira Angola. Minha sentença é verdadeira, E por ela bato meu pé no chão E na capoeira brasileira, Eu luta pela nação... ~ Então chamo meu orixá para luta, Combatente e destemido guerreiro Que tem uma valorosa conduta, De um caboclo brasileiro... ~ Odôya! Camará, Paraná ê, Paraná ê Paraná... ~ Nossa nação se veste branco, Lutando pela paz de viver E vem chegando pelo flanco Tão rápido que não pode ver... ~ Dando cambalhotas como o vento, Um absinto negro da escuridão A capoeira é o próprio advento, De quem luta com a razão... ~ Êpa hey oya! Camará, Paraná ê, Paraná ê Paraná... ~ Ouça o que eu vou dizer agora, Mas preste muita atenção, Vou variar na regional, e na angola, Fazendo soar o berimbau na mão... ~ Pois sobrevivi ao navio negreiro, Como a semente que germinou Queimando sobre a brasa do fogareiro, E como cinzas pelo mundo se esparramou... ~ Patacori Ogum! Camará, Paraná ê, Paraná ê Paraná... ~ Quando vim da África, eu já sabia, Que era abençoado o chão que beijei É a terra da minha alforria, Com capoeira por ela lutei... ~ O berimbau está me chamando, Para dar Rabo de arraia na escuridão Bênção meu pai, eu sigo rodando, Pois no tempo eu vou dar um Esporão... ~ Êpa Babá! Camará, Paraná ê, Paraná ê Paraná... ~ O vento está levando as folhas secas, Mas as folhas verdes, não leva não Mantenha a fé na sua cabeça, Mantendo o Martelo de chão... ~ Oxalá, minha cabaça, arame, pedaço de pau, Com o som do Amazonas, Iuna e São Bento Com atabaque, pandeiro e berimbau Maculelê, vai sacudir seu abadá ao vento... ~ Caô Cabecilê! Camará, Paraná ê, Paraná ê Paraná... Autor marco_ramos

Pai Jorge kibanazambi e senhor celso de Incra Guerra é o que nosso povo mais conhece. As guerras de Palmares, a guerra de Canudos, As guerras das favelas, as guerras do dia a dia As armas não eram suficientes para combater o inimigo e as baixas sempre foram enormes. Mas hoje é diferen- te; não é satisfatório, mas é diferente. Estamos comba- tendo com armas mais poderosas que antes, e de diver- sos calibres: Respeito, Auto-estima, Consciência, Inte- ligência. E essa guerra não vai terminar tão cedo, talvez nem termine ( Thaíde – músico rapper, 2000)

Jorge kibanazambi com autoridades afro-brasileiras. Quando você acreditar Que é livre e pode Empreender o voo da realidade Procure não pensar Nas correntes da consciência.(Limeira, 1978)

Pai Jorge kibanazambi com autoridades politicas e religiosas, Mama África não morreu. Apenas se escondeu, pereceu, se fortaleceu. Mama África sou eu! Dos porões do navio negreiro Ecoou um soluço de dor. Eram meus filhos queridos Acorrentados e feridos Pelos grilhões da cor. Quando pensaram vencidos, A força crescia: Driblavam a morte, Forçavam a sorte. A esperança se fazia. É verdade, Mama África ainda chora Pelos filhos que outrora Lhe arrancaram dos braços. Mama África repudia O punho da tirania. E acredita que haverá o dia Em que negro será gente Tratado decentemente. É por isso que insisto: Mama África não morreu! Apenas se escondeu, pereceu, se fortaleceu. Mama África sou eu! Quantos sonhos desfeitos! Quanta dor! Quanto pranto! Fui roubada, amordaçada, violentada, Mas não silenciada. Não! Não conseguiram calar minha voz. Falei nos filhos da minha entranha: Na coragem de Zumbi, No sonho de Luther King Na audácia de Rosa Parks Na sabedoria de Milton Santos Na Beleza de Chica Falei no trabalho duro de Quinca, De Nana e Barnabé. Na luta de Maria, Antônio e José. Hoje, Ainda sob chibatas do racismo e do preconceito, Irrompe em meu peito Vontade forte de gritar E fazer ecoar Aos quatro cantos dessa terra Que a liberdade está para chegar. E ela há de ficar! Há de se espalhar, De nos ajudar a cantar e encantar. Ao toque dos tambores, Sem ordem de senhores, Há de nos consolar a dor, Reavivar a cor, Devolver o amor. E se quer saber mais Mama África não morrerá jamais! Ela pulsa em mim Ela corre em você. de Maria Eliane Pereira Manhumirim - MG - por correio eletrônico

QUEM É JORGE KIBANAZAMBI QUEM É JORGE KIBANAZAMBI

Pai Jorge kibanazambi ao lado do Ministro Edson Santos e sua assessoria no Rio de Janeiro. Não tente adivinhar o que as pessoas pensam a seu respeito. Faça a sua parte, se doe sem medo. O que importa mesmo é o que você é. Mesmo que outras pessoas não se importem. Atitudes simples podem melhorar sua vida. Não julgue para não ser julgado... Um covarde é incapaz de demonstrar amor - Isso é privilégio dos corajosos. GANHD

MINHA FAMILHA DE SANTO MINHA FAMILHA DE SANTO

festa de oxun no axé omilesy Descubra o amor Pegue um sorriso e doe-o a quem jamais o teve... Pegue um raio de sol e faça-o voar lá onde reina a noite... Pegue uma lágrima e ponha no rosto de quem jamais chorou... Pegue a coragem e ponha-a no ânimo de quem não sabe lutar... Descubra a vida e narre-a a quem não sabe entendê-la... Pegue a esperança e viva na sua luz... Pegue a bondade e doe-a a quem não sabe doar... Descubra o amor e faça-o conhecer o mundo...

MINHA FAMILHA DA SANTO MINHA FAMILHA DA SANTO

obrigação de meu pai guga um grande ogan e amigo.Senhor... Ajuda-me a dizer a verdade diante dos fortes e a não dizer mentiras para ganhar o aplauso dos fracos. Se me dás fortuna, não me tires a razão. Se me dás o sucesso, não me tires a humildade. Se me dás humildade, não me tires a dignidade. Ajuda-me a enxergar o outro lado da moeda. Não me deixes acusar o outro por traição aos demais, apenas por não pensar igual a mim. Ensina-me a amar aos outros como a mim mesmo. Não deixes que me torne orgulhoso se triunfo, nem cair em desespero se fracasso. Mas recorda-me que o fracasso é a experiência que precede ao triunfo. Ensina-me que perdoar é um sinal de grandeza e que a vingança é um sinal de baixeza. Se não me deres o êxito, dá-me forças para aprender com o fracasso. Se eu ofender às pessoas, dá-me a coragem para desculpar-me, e se as pessoas me ofenderem, dá-me a grandeza de perdoá-las. Senhor, se eu me esquecer de ti, nunca te esqueças de mim.

MINHA FAMILHA DE SANTO MINHA FAMILHA DE SANTO

Mãe Jaciara de Jesus dos Santos herdeira do Axe Omilesy, minha irmã de santo a quem tenho muito respeito e admiração.Mantenha seus pensamentos positivos, porque pensamentos tornam-se suas Palavras. Mantenha suas palavras positivas, porque suas palavras tornam-se suas Atitudes. Mantenha suas atitudes positivas, porque suas atitudes tornam-se seus Hábitos. Mantenha seus hábitos positivos, porque seus hábitos, tornam-se seus valores. Mantenha seus valores positivos, porque seus valores tornam-se seu Destino. (Gandhi)

MINHA FAMILHA DE SANTO MINHA FAMILHA DE SANTO

Nossa família de santo e um grande orgulho em nossas vidas que esta casa continue crescendo para que mantenha viva a memória de mãe omilecy um grande axé para todos meus irmãos de santo. Se fazer pequeno não ajuda o mundo. Não há iluminação em se encolher, para que os outros não se sintam inseguros quando estão perto de você. Nascemos para manifestar a glória do Universo que está dentro de nós. Não está apenas em um de nós: está em todos nós. E conforme deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo. E conforme nos libertamos do nosso medo, nossa presença, automaticamente, libera os outros." Nelson Mandela

Ìbà òrìsà Ìbà Onílè Abenção dos orixás, Onílè mo júbà o Abenção do Senhor da terra, Ìbà òrìsà , Ìbà Onílè Ao Senhor da terra (Onilê) Onílè mo júbà o minhas saudações.

QUEM É KIBANAZAMBI
pai jorge kibanazambi e baba pece de oxumare.Axé é força vital, energia, princípio da vida, força sagrada dos orixás. Axé é o nome que se dá às partes dos animais que contêm essas forças da natureza viva, que também estão nas folhas, sementes e nos frutos sagrados. Axé é bênção, cumprimento, votos de boa-sorte e sinônimo de Amém. Axé é poder. Axé é o conjunto material de objetos que representam os deuses quando estes são assentados, fixados nos seus altares particulares para ser cultuados. São as pedras e os ferros dos orixás, suas representações materiais, símbolos de uma sacralidade tangível e imediata. Axé é carisma, é sabedoria nas coisas-do-santo, é senioridade. Axé se tem, se usa, se gasta, se repõe, se acumula. Axé é origem, é a raiz que vem dos antepassados, é a comunidade do terreiro. Os grandes portadores de axé, que são as veneráveis mães e os veneráveis pais-de-santo, podem transmitir axé pela imposição das mãos; pela saliva, que com a palavra sai da boca; pelo suor do rosto, que os velhos orixás em transe limpam de sua testa com as mãos e, carinhosamente, esfregam nas faces dos filhos prediletos. Axé se ganha e se perde. (Extraído de Reginaldo Prandi, Os candomblés de São Paulo

QUEM É JORGE KIBANAZAMBI QUEM É JORGE KIBANAZAMBI

PAI JORGE KIBANAZAMBI E AUTORIDADE NIGERIANA.AFRICANAMENTE CENTRO DE PESQUISA RESGATE E PRESERVAÇÃO DE TRADIÇÕES AFRODESCENDENTES - Somos mantenedores dos nossos valores civilizatorios e guardiães do legado ancestral do povo negro, portando que nossa voz seja ouvida 2.2. AKANNI (INSTITUTO EM PESQUISA EM DIREITOS HUMANOS, GÊNERO, RAÇA E ETNIA)

  

quem é kibanazambi quem é kibanazambi

Pai Jorge kibanazambi e seus amigos pai Cláudio de ossayn e pai Vilmar de oxalá de Cuiabá Pode ser que um dia deixemos de nos falar... Mas, enquanto houver amizade, Faremos as pazes de novo. Pode ser que um dia o tempo passe... Mas, se a amizade permanecer, Um de outro se há-de lembrar. Pode ser que um dia nos afastemos... Mas, se formos amigos de verdade, A amizade nos reaproximará. Pode ser que um dia não mais existamos... Mas, se ainda sobrar amizade, Nasceremos de novo, um para o outro. Pode ser que um dia tudo acabe... Mas, com a amizade construiremos tudo novamente, Cada vez de forma diferente. Sendo único e inesquecível cada momento Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre. Há duas formas para viver a sua vida: Uma é acreditar que não existe milagre. A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.

QUEM É JORGE KIBANAZAMBI QUEM É JORGE KIBANAZAMBI

Pai Jorge kibanazambi pai kufumilode e mãe yagunan.Os ventos que às vezes tiram Algo que amamos, são os Mesmos que trazem algo que Aprendemos a amar... Por isso não devemos chorar Pelo que nos foi tirado e sim, Aprender a amar o que nos foi Dado. Pois tudo aquilo que é Realmente nosso, nunca se vai Para sempre... Bob Marley

Mãe luzia de oxumarê minha mãe pequena a quem tenho muito respeito uma grande ialorixá eu sou muito feliz de tela em minha vida. mãe é uma joia Que devemos preservar Pois ela cuida da gente E nos ajuda a caminhar. A mãe é como o sol Brilha a todo amanhecer Mesmo nos dias escuros Ela radia o nosso viver.

MINHA MÃE DE SANTO MINHA MÃE DE SANTO

Minha ialorixá meu porto seguro minha expiração aforça do axé que oxun lhe Tenha em um bom lugar do lado de Olorun. cadeira vazia; Um vazio no canto da sala; A sala que perdeu a magia. O silêncio da voz que não fala, Saudade da voz que ali se ouvia. Um espaço aberto, Uma ausência sentida. Um extático e distante olhar incerto, Em sua busca perdida! No canto da sala, no cheio do nada, Numa cadeira vazia a ausência sofrida! O sorriso que falta a iluminar o ambiente, Deixando presente a sua partida. Jeová A. dos Santos

IAMATAMBA MINHA MÃE CARNAL AMOR DA MINHA VIDA IAMATAMBA MINHA MÃE CARNAL AMOR DA MINHA VIDA

Esta é minha mãe carnal minha progenitora minha admiração foi ela quem me ensinou a acreditar em orixá mãe você e tudo de bom que deus me deu eu ti amo muito. Menina afogueada fruta verde Virada na ponta do casco Brasa que anima o toque Ventania da savana Fagulha ligeira que esparrama É parreira alada, é Matamba Folha rebelde de Aru anda (é um poema de Ana Maria Ramiro

MINHA MAIS VELHA MINHA MAIS VELHA

. Pai Jorge Kibanazambi e dona Ana do Ogun minha mais velha aquém tenho muito respeito uma grande mãe de santo do candomblé. “Quando falamos em igualdade na diversidade humana e no resgate à cultura africana, não queremos dizer o retorno a uma África mítica, mas trata-se de reconhecermos as sociedades indígenas e modos de vida que se caracterizam por uma aniquilação de nós próprios e do outro”, defendeu Conceição Evaristo,

QUEM É JORGE KIBANAZAMBI QUEM É JORGE KIBANAZAMBI

Pai Jorge Kibanazambi e sua esposa Ekeji Fabiana de Oya no evento em faxinal do céu. Sou Negro Meus avôs foram queimados Pelo sol da África Minh’alma recebeu o batismo dos tambores atabaques, gonguês e agogôs Contaram-me que meus avôs Vieram de Luanda Como mercadoria de baixo preço plantou cana pro senhor do engenho novo E fundaram o primeiro Maracatu. Depois meu avô brigou como um danado nas terras de Zumbi Era valente como quê Na capoeira ou na faca Escreveu não leu o pau comeu Não foi um pai João Humilde e manso Mesmo vovó não foi de brincadeira Na guerra dos Malês Ela se destacou Na minh'alma ficou O samba O batuque O bamboleio E o desejo de libertação...

MEU AMIGO DO CORAÇÃO
Pai Jorge Kibanazambi e seu amigo Babakaobakessy. É melhor tentar e falhar, que preocupar-se e ver a vida passar. É melhor tentar, ainda que em vão que sentar-se, fazendo nada até o final. Eu prefiro na chuva caminhar, que em dias frios em casa me esconder. Prefiro ser feliz embora louco, que em conformidade viver. Martin Luther King

GUERREIROS DA CULTURA AFRO BRASILEIRA GUERREIROS DA CULTURA AFRO BRASILEIRA

Pai Jorge Kibanazambi Israel do axé Oxumare e ogan Acácio de logunede. Revolução… provocar mudança, estar comprometido com mudança, fazer mudança. Muito mais do que assistir… ser. Mahatma Gandhi e Martin Luther King, revolucionários em tempos diferentes, em lugares diferentes, com causas diferentes, mas que tinham a mesma idéia de mudança através de revolução pacífica. Lutar por mudança… talvez uma das coisas que nossa sociedade pós-moderna mais necessite… necessidade de revolucionários, dispostos a dar a vida por causas nobres. Talvez você e eu… cada um de nós… sejamos a causa mais nobre… oxalá deu a vida por esta causa… “Se um homem não descobriu algo pelo qual ele morreria, ele não está apto para viver.” Martin Luther King Jr

AMISADE E ADIMIRAÇÃO AMISADE E ADIMIRAÇÃO

Pai Jorge Kibanazambi e mãe Marlene de Exu uma ialorixa com mais de 50 anos de santo um grande exemplo para nossa religião. Exu Tu que és o senhor dos Caminhos da libertação do teu povo Sabes daqueles que empunharam Teus ferros em brasa Contra a injustiça e a opressão Zumbi Luiza Mahin Luiz Gama Cosme Isidoro João Cândido Sabes que em cada coração de negro Há um quilombo pulsando Em cada barraco Outro palmares crepita Os fogos de Xangô iluminando nossa luta Atual e passada Ofereço-te Exu O ebó das minhas palavras Neste padê que te consagra Não eu Porém os meus e teus Irmãos e irmãs em Olorun Nosso Pai Que está No Orun Laroiê!



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